quinta-feira, 28 de julho de 2011

De onde vem e pra onde vão os filhos?

Recebi de uma amiga muito querida (Soninha da Defia-SME)
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Filhos são do mundo 

(José Saramago)


Devemos criar os filhos para o mundo. Torná-los autônomos, libertos, até de nossas ordens. A partir de certa idade, só valem conselhos.
Especialistas ensinaram-nos a acreditar que só esta postura torna adulto aquele bebê que um dia levamos na barriga.

E a maioria de nós pais acredita e tenta fazer isso. O que não nos impede de sofrer quando fazem escolhas diferentes daquelas que gostaríamos ou quando eles próprios sofrem pelas escolhas que recomendamos.
Então, filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem. Isto mesmo!
Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado.

Perder? Como? Não é nosso, recordam-se? Foi apenas um empréstimo!
Então, de quem são nossos filhos? Eu acredito que são de Deus, mas com respeito aos ateus digamos que são deles próprios, donos de suas vidas, porém, um tempo precisaram ser dependentes dos pais para crescerem, biológica, sociológica, psicológica e emocionalmente.
E o meu sentimento, a minha dedicação, o meu investimento? Não deveriam retornar em sorrisos, orgulho, netos e amparo na velhice?
Pensar assim é entender os filhos como nossos e eles, não se esqueçam, são do mundo!
Volto para casa ao fim do plantão,início de férias, mais tempo para os fllhos, olho meus pequenos pimpolhos e penso como seria bom se não fossem apenas empréstimo! Mas é. Eles são do mundo. O problema é que meu coração já é deles. Santo anjo do Senhor...
É a mais concreta realidade. Só resta a nós, mães e pais, rezar e aproveitar todos os momentos possíveis ao lado das nossas 'crias', que mesmo sendo 'emprestadas' são a maior parte de nós !!!
"A vida é breve, mas cabe nela muito mais do que somos capazes de viver "

José Saramago

quarta-feira, 27 de julho de 2011

BLOG DO SESC-MT: SESC MATO GROSSO abre PROCESSSO SELETIVO com mais ...

BLOG DO SESC-MT: SESC MATO GROSSO abre PROCESSSO SELETIVO com mais ...: "O SESC Mato Grosso lançou neste último domingo mais um grande processo seletivo para preenchimento de mais de 100 vagas em diversas ár..."

olhem bem o que a tucanada vem fazendo com a Educação neste País

 É preciso aprender que a elite política e econômica deste país, dão a mínima para a educação e seus trabalhadores!
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Na volta do recesso escolar fomos (nós professores/as do estado de SP) oficialmente comunicados da decisão de que não teremos direito a férias de 30 dias corridos e sim 15 dias em janeiro e 15 dias em julho. A falsa propaganda é a de que teríamos 10 dias de recesso em dezembro, o que não ocorrerá, tendo em vista o cumprimento dos 100 dias letivos de agosto a dezembro. Se isso ocorresse já nesse ano o calendário escolar iria até 24/12.
Além disso, tivemos que assistir a um filme mentiroso do início ao fim chamado "O triunfo" no qual um professor de uma escola em Nova York consegue, por meio dos mais absurdos sacrifícios pessoais (como ir até a casa de cada aluno/a e até cozinhar o jantar para uma aluna que sofria exploração doméstica), elevar ao máximo as notas daquela que era a pior sala da escola. Objetivo da secretaria da educação ao "indicar" tal filme: tentar nos fazer acreditar que "Yes, we can"...
No mesmo dia, no Jornal da Ciência foi publicado que Nova York suspendeu a política de bônus para professores por não ter resultado em mudanças significativas no desempenho dos alunos. Com essa a Secretaria da Educação não contava... Pena que quem escreveu é a favorável à recompensa por mérito... 
Segue a notícia:

JC e-mail 4307, de 25 de Julho 2011

Editorial da Folha de São Paulo desta segunda-feira (25)
Apesar de renhida resistência, sobretudo dos sindicatos de professores, um número cada vez maior de Estados e municípios brasileiros tem adotado em anos recentes políticas de premiação por mérito a docentes, nas redes estatais de ensino.
 
A lógica de recompensa dos programas é louvável. Busca-se compensar e estimular financeiramente o esforço dos mestres, avaliados pelo desempenho acadêmico de seus alunos. O objetivo é melhorar o rendimento dos professores em sala de aula e, em última análise, elevar a qualidade deficiente do ensino público.
 
Expectativas tão ambiciosas sofreram um golpe, na semana passada, com a notícia de que a cidade de Nova York, cuja política de bônus inspirou governos no Brasil, suspenderá o pagamento desses prêmios em suas escolas. A decisão se seguiu à conclusão de um estudo, iniciado há quatro anos, que não constatou diferenças significativas no desempenho de estudantes. Notas dos alunos cujos professores recebiam remuneração por mérito eram similares às de colegas sob a responsabilidade de docentes não beneficiados pelo programa.
 
É preciso cautela ao analisar o resultado da pesquisa nova-iorquina, que não deve ser avaliada de forma isolada. Estudos semelhantes, em países como Índia, Reino Unido e Chile, apresentaram diagnósticos opostos, que confirmariam a eficácia da remuneração por mérito.
 
O que o conjunto de tais pesquisas parece indicar, em sua aparente disparidade, é que o simples estímulo financeiro aos docentes não é uma panaceia para os males da educação. Outros fatores, externos à sala de aula, são decisivos para o desempenho dos alunos.
 
O mais relevante deles é a vinculação entre a condição socioeconômica da família do estudante e seu desempenho cognitivo. Mas há maneiras de mitigar a desvantagem inicial de parcela das crianças mais pobres no seu percurso acadêmico. A principal providência é o início antecipado da vida escolar, com a oferta de creches e pré-escola de boa qualidade.
 
Os impactos específicos da remuneração por mérito deveriam ser avaliados levando em conta essas condições. O Brasil ainda não dispõe de pesquisas capazes de medir com precisão os efeitos de uma política tão recente. O governo paulista, pioneiro na adoção do bônus salarial, promete agora elaborar novas regras para aprimorar seu funcionamento.
 
Pelo menos num aspecto deveria seguir de forma imediata o exemplo nova-iorquino: contratar estudos independentes capazes de examinar com isenção o programa promissor, que não deve ainda ser descartado, mas que pode ser avaliado e aperfeiçoado.





IV Seminário de Educação em Rede

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Um pouco de arte, cultura e sucata

... ao invés de joguinhos, video-games ou piadinhas, amplie o repertório cultural das crianças que vivem perto de você!


Animação produzida durante a oficina de animação SUCATA ANIMADA, no FriCine Ambiental, na cidade de Nova Friburgo, em dezembro de 2010.
Alunos: Dayane Junger, Jane Abreu, Marcelo Costa e Rafael Soares.
Orientação: Cacinho e Diogo Borges
Realização: FRICINE e AGente QUE FEZ


Oficina de animação realizada durante o Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana, no períodode 13 a 17 de julho de 2011.

domingo, 24 de julho de 2011

E agora José? III

Seu filho corre o risco de reproduzir você profissional, moral, afetivamente! Isso seria bom ou ruim?


Dica Cultural da Semana

Uma dica de filmes (curtas, longas, documentários e canal mostra infantil) free pra assistir e baixar.


sexta-feira, 22 de julho de 2011

A história humana feita de pequenas histórias de grandes homens

A história de um valente

Quando aos sete anos ficou órfão de pai e mãe, transformou-se em trabalhador rural assalariado. Condição que só foi interrompida quando, aos dez anos, foi trazido por uma família latifundiária para o Recife com a promessa de criá-lo e alfabetizá-lo, promessa que não foi cumprida. Ao invés da escola prometida, o pequeno "Grilo", como era chamado na infância, tornou-se um escravo mirim: acordava às 4h da manhã, varria, lavava banheiros, encerava pisos e cuidava de animais. Não aceitou este estado de coisas e fugiu. O artigo é de Luciano Morais e Roberto Numeriano.

A reedição do livro "Memórias", autobiografia de Gregório Bezerra, pela Boitempo Editorial (648 págs., R$ 74,00), comemora um símbolo de resistência e convicção política e ideológica, valores cada vez mais ausentes no meio político brasileiro. No livro, o revolucionário comunista narra toda sua trajetória de vida e militância, momentos vividos durante os principais acontecimentos da vida política e social do Brasil no século XX. 
 
(*) Luciano Morais e Roberto Numeriano são membros da Direção Estadual do PCB - Pernambuco.


Matéria na íntegra Clique Aqui

quarta-feira, 20 de julho de 2011

E agora José?

Floresta, para que floresta?


Um repórter anda pelas – ruas- -de São Paulo com microfone em punho. Para um transeunte qualquer, um moço apressado, de gravata e com o notebook nas costas, e lança a pergunta: “Você sabe em que bioma você vive?” A resposta tem uma lógica cristalina: “Na cidade”. Como ele. Milhões de pessoas que vivem em São Paulo não sabem que a região onde a cidade fincou suas raízes é, na verdade, um pedaço do bioma da Mata Atlântica.
Da grande floresta encontrada pelos descobridores em 1500, e que cobria 15% do território brasileiro, com mais de 1,3 milhão de quilômetros quadrados, restaram apenas 102 mil quilômetros quadrados, ou cerca de 7% da área original. Assim como a Mata Atlântica foi quase toda arrancada da paisagem, outros biomas brasileiros também estão em risco pelo avanço da ocupação humana. É por isso que o País precisa de um Código Florestal, um conjunto de leis que garanta a preservação de áreas florestais e de biomas importantes para garantir a qualidade ambiental não apenas nas áreas rurais, mas também nas cidades, que de tão cinzentas e poluídas já dão a impressão de ser um corpo estranho, deslocado da natureza.
Quando os portugueses chegaram ao Brasil, no século XVI, seu principal interesse foi explorar uma árvore especial, de cujo caule sai uma seiva de cor rubra e que era usada para tingir a roupagem dos cardeais.

Matéria na íntegra clique Aqui

sexta-feira, 8 de julho de 2011

eu acho isso interessante...

... em geral, as pessoas não param de pensar em suas coisas, seus afazeres, suas tarefas diárias cada dia mais aprisionantes. Resultado... a maior generosidade e espontaneidade é das poucas crianças!

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Mais uma da Professora Amanda de Natal-RN

Tenho identificado nas posturas da Professora Amanda Gurgel (que apesar de não conhecer) muita familiaridade na visão política e nos históricos enfrentamentos da categoria de professores e professoras no Brasil contra os mandatários do poder, os coronéis desde o engenho até o congresso! 
Agora, mais uma atitude louvável e que fortalece os valores, os princípios e a luta! 
Parabéns à essa que somos todos nós!

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Oi,
Nesta segunda,o Pensamento Nacional de Bases Empresariais (PNBE) vai entregar o prêmio "Brasileiros de Valor 2011". O júri me escolheu, mas, depois de analisar um pouco, decidi recusar o prêmio.
Mandei essa carta aí embaixo para a organização, agradecendo e expondo os motivos pelos quais não iria receber a premiação. Minha luta é outra.
Espero que a carta sirva para debatermos a privatização do ensino e o papel de organizações e campanhas que se dizem "amigas da escola".

Amanda


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Natal, 2 de julho de 2011

Prezado júri do 19º Prêmio PNBE,

Recebi comunicado notificando que este júri decidiu conferir-me o prêmio de 2011 na categoria Educador de Valor, “pela relevante posição a favor da dignidade humana e o amor a educação”. A premiação é importante reconhecimento do movimento reivindicativo dos professores, de seu papel central no processo educativo e na vida de nosso país. A dramática situação na qual se encontra hoje a escola brasileira tem acarretado uma inédita desvalorização do trabalho docente. Os salários aviltantes, as péssimas condições de trabalho, as absurdas exigências por parte das secretarias e do Ministério da Educação fazem com que seja cada vez maior o número de professores talentosos que após um curto e angustiante período de exercício da docência exonera-se em busca de melhores condições de vida e trabalho.

Embora exista desde 1994 esta é a primeira vez que esse prêmio é destinado a uma professora comprometida com o movimento reivindicativo de sua categoria. Evidenciando suas prioridades, esse mesmo prêmio foi antes de mim destinado à Fundação Bradesco, à Fundação Victor Civita (editora Abril), ao Canal Futura (mantido pela Rede Globo) e a empresários da educação. Em categorias diferentes também foram agraciadas com ele corporações como Banco Itaú, Embraer, Natura Cosméticos, McDonald's, Brasil Telecon e Casas Bahia, bem como a políticos tradicionais como Fernando Henrique Cardoso, Pedro Simon, Gabriel Chalita e Marina Silva.

A minha luta é muito diferente dessas instituições, empresas e personalidades. Minha luta é igual a de milhares de professores da rede pública. É um combate pelo ensino público, gratuito e de qualidade, pela valorização do trabalho docente e para que 10% do Produto Interno Bruto seja destinado imediatamente para a educação. Os pressupostos dessa luta são diametralmente diferentes daqueles que norteiam o PNBE. Entidade empresarial fundada no final da década de 1980, esta manteve sempre seu compromisso com a economia de mercado. Assim como o movimento dos professores sou contrária à mercantilização do ensino e ao modelo empreendedorista defendido pelo PNBE. A educação não é uma mercadoria, mas um direito inalienável de todo ser humano. Ela não é uma atividade que possa ser gerenciada por meio de um modelo empresarial, mas um bem público que deve ser administrado de modo eficiente e sem perder de vista sua finalidade.

Oponho-me à privatização da educação, às parcerias empresa-escola e às chamadas “organizações da sociedade civil de interesse público” (Oscips), utilizadas para desobrigar o Estado de seu dever para com o ensino público. Defendo que 10% do PIB seja destinado exclusivamente para instituições educacionais estatais e gratuitas. Não quero que nenhum centavo seja dirigido para organizações que se autodenominam amigas ou parceiras da escola, mas que encaram estas apenas como uma oportunidade de marketing ou, simplesmente, de negócios e desoneração fiscal.

Por essa razão, não posso aceitar esse Prêmio. Aceitá-lo significaria renunciar a tudo por que tenho lutado desde 2001, quando ingressei em uma Universidade pública, que era gradativamente privatizada, muito embora somente dez anos depois, por força da internet, a minha voz tenha sido ouvida, ecoando a voz de milhões de trabalhadores e estudantes do Brasil inteiro que hoje compartilham comigo suas angústias históricas. Prefiro, então, recusá-lo e ficar com meus ideais, ao lado de meus companheiros e longe dos empresários da educação.

Saudações,

Professora Amanda Gurgel

quarta-feira, 6 de julho de 2011

O que um pai/mãe pode trazer de bom aos filhos?

Como professores, percebemos com as famílias deixam marcas nas histórias de vida de seus filhos... mas a escola e seus educadores também compõem esse cenário...

terça-feira, 5 de julho de 2011

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Seminário Educação 2011

O Seminário Educação é uma realização do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Mato Grosso. Em 2011, realiza-se a 19ª Edição, tendo por tema Relações raciais e educação: dez anos de estudos e pesquisas na UFMT. Trata-se de um evento que já adquiriu dimensão nacional, caracterizado como um fórum privilegiado de discussão e intercâmbio entre profissionais da área, estudantes e pesquisadores. 
NORMAS
Normas para participação no seminário
        A participação no Seminário Educação 2011 ocorrerá por: a) inscrição simples (garantindo a participação apenas como ouvinte) e b) com submissão de trabalho. As inscrições serão feitas somente via internet  em conformidade com os prazos estabelecidos.

        As inscrições de trabalho poderão ser feitas nas seguintes modalidades: Comunicação Oral, Pôster, Minicursos, Oficinas. Nessas modalidades serão aceitos como trabalhos resultados parciais ou finais de estudos e pesquisas.

        Mostra de experiências pedagógicas na implementação da Lei nº 10.639/03. Serão aceitos relatos de experiências, realizadas por profissionais da educação na inclusão de conteúdos de história e cultura afrobrasileira e africana no processo de educação escolar. Essas experiências devem ser apresentadas à comissão julgadora em formato escrito, conforme Orientação para apresentação de trabalhos. Caso a proposta seja aceita para apresentação, o autor deverá informar previamente em que suporte fará sua apresentação.

        A inscrição simples no Seminário Educação 2011 é condição para a submissão de trabalhos individuais ou em co-autoria. O valor pago pela inscrição simples ou inscrição com submissão de trabalho não será devolvido em hipótese nenhuma. Os inscritos poderão submeter até dois trabalhos, individualmente ou em co-autoria. Será aceito um mesmo co-autor em mais de dois trabalhos desde que este seja o orientador do autor principal na pós-graduação.

        O envio de trabalho poderá ocorrer até à meia noite (horário de Mato Grosso), do dia 31 de agosto de 2011 desde que a taxa de inscrição simples tenha sido paga até o dia 29 de agosto de 2011.

Cronograma de inscrição
Categoria de participação Período de inscrição
Ouvintes 27/06/2011 a 06/11/2011
Inscrição com submissão de trabalhos 27/06/2011 a 27/08/2011
Publicação da relação de trabalhos aprovados no site do Seminário 20/09/2011
Pagamento da taxa de submissão de trabalhos 21/09 a 10/10/2011

        No ato da inscrição, todos pagarão o valor correspondente à inscrição simples (trinta reais). Após aceite dos trabalhos, os autores devem efetuar pagamento do restante da taxa de inscrição correspondente à categoria de participação na qual se inscreveu no Seminário. Em caso de co-autoria, autores e co-autores, individualmente, devem pagar integralmente a taxa correspondente a sua categoria de participação no seminário.

        Somente serão apresentados no Seminário e devidamente publicados nos Anais do evento os trabalhos cujos autores e co-autores, no prazo estabelecido, efetuarem o pagamento integral da taxa.

Taxa de inscrição
Categoria de participação Inscrição simples Valor restante da Inscrição com submissão de trabalhos
(a ser pago após publicação de aceite do trabalho)
Valor total da taxa de inscrição
Ouvinte R$ 30,00 ****************** R$ 30,00
Estudante de graduação e profissional de educação básica R$ 30,00 R$ 20,00 R$ 50,00
Estudante de pós-graduação R$ 30,00 R$ 40,00 R$ 70,00
Docentes e profissionais de ensino superior R$ 30,00 R$ 60,00 R$ 90,00


Mais Informações: